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Apesar de maioria a favor, Câmara rejeita redução da maioridade penal

30.jun.2015 - Estudantes protestam na Câmara dos Deputados contra a redução da maioridade penal

A Câmara dos Deputados rejeitou, já na madrugada desta quarta-feira (1º), a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 171/93, que previa a redução da maioridade penal de 18 anos para 16 anos de idade para os crimes considerados "graves". A rejeição ocorreu durante a votação em primeiro turno da PEC. No total, a proposta recebeu 184 votos contra, 303 votos a favor e 3 abstenções. Para que fosse aprovada, eram necessários 308 votos a favor. A votação contrária à proposta é vista como um duro golpe ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais incentivadores da medida.

A PEC 171/93 foi apresentada em 1993 e, inicialmente, previa a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para todos os crimes. Em abril deste ano, uma comissão especial foi criada para analisar os detalhes da proposta. No último dia 17 de junho, com amplo apoio da chamadas bancadas da "Bala" e da "Bíblia", o relatório apresentado pelo relator da matéria, Laerte Bessa (PR-DF), foi aprovado.

O relatório apresentado por Bessa foi resultado de uma série de acordos organizados pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que temendo que a redução não fosse aprovada em plenário, aceitou fazer concessões ao texto.

Em vez da redução da maioridade para todos os crimes, o novo texto da PEC previa apenas a redução nos casos em que os jovens a partir de 16 anos cometessem crimes considerados graves. Nessa categoria encontram-se os chamados crimes hediondos, como estupro, sequestro, tortura, por exemplo, além de outros crimes avaliados como graves como a lesão corporal seguida de morte.
Desde que voltou a tramitar na Câmara, a PEC da maioridade penal foi alvo de inúmeras polêmicas. Organizações em defesa dos direitos humanos como a Anistia Internacional, Human Rights Watch e organismos internacionais como o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) se manifestaram contra a medida alegando que não há indícios de que a redução da maioridade penal iria contribuir para a redução da violência.

O governo também se posicionou contrário à proposta. Em abril, a presidente Dilma Rousseff (PT), declarou ser contra a proposta. Em seu perfil no Facebook, a presidente argumentou que "os adolescentes não são responsáveis por grande parte da violência praticada no país".

Nesta terça-feira, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que também diz ser contra a medida, comparou o impacto da redução da maioridade penal a uma "bomba atômica". "Não vejo consequência só para o governo, vejo para o país. É uma bomba atômica para o sistema prisional dos Estados", disse.

A derrota da proposta que previa a redução da maioridade penal é vista como uma vitória do governo que se articulou junto a setores da oposição, inclusive do PSDB, para encontrar uma alternativa à PEC.
Entre as medidas apresentadas pelo governo, estão projetos de lei que alterem o ECA e aumentem as penas de internação a jovens infratores. Hoje, a pena máxima de internação para um menor de idade é de três anos de reclusão. O governo já acena com projetos que preveem uma ampliação dessas penas para até oito anos.

Tensão
A votação desta terça-feira foi marcada pela tensão. No início da noite desta terça-feira, a Polícia Legislativa chegou a usar gás de pimenta para dispersar um grupo de manifestantes contrários à redução da maioridade penal e que tentavam ingressar na Câmara.
Também nesta terça-feira, grupos contra e a favor da medida se enfrentaram dentro da Câmara e tiveram de ser separados por policiais.

Para controlar o acesso às galerias, a direção da Câmara distribuiu senhas. Mesmo assim, um grupo de manifestantes que havia conseguido uma decisão liminar do STF (Supremo Tribunal Federal) para que ele pudesse acompanhar as votações dentro da Câmara foi impedido de entrar nas galerias.

“Governo Dilma quer destruir a família”, diz Malafaia sobre manobra para impor ideologia de gênero

                           

A  iniciativa do Ministério da Educação (MEC) de exigir que estados e prefeituras insiram o ensino da ideologia de gênero nas grades curriculares das escolas públicas foi comentada pelo pastor Silas Malafaia, que mais uma vez, teceu duras críticas à administração de Dilma Rousseff (PT).

“Estou indignado”, disse o pastor, que resumiu o conceito da ideologia de gênero: “É o seguinte: ninguém é homem ou mulher, menino ou menina. Vem ao mundo como um nada, sabe? Depois é que a pessoa vai escolher se quer ser menino ou menina, masculino ou feminino”, explicou o pastor.

Para Malafaia, a ideia é absurda pelo simples motivo de ignorar a biologia: “Esqueceram de um dado científico que a criança quando nasce tem uma pré-disposição para herdar características psicológicas do sexo que veio. A história é grande… [A ideologia de gênero] vem lá de [Karl] Marx, é uma maneira de detonar com a família, que para eles [ativistas] é uma autoridade prejudicial, que o Estado tem que controlar”, argumentou o pastor.

A ascensão da proposta em torno da ideologia de gênero é uma união entre “esquerdopatas” e ativistas gays, segundo o pastor, e agora o governo da presidente Dilma Rousseff tenta a todo custo impor à população: “A ideologia de gênero foi derrotada na Câmara dos Deputados e no Senado. E o Ministério da Educação, no Plano Nacional de Educação (PNE), mandou para tudo o que é município algo que já foi derrotado”, pontuou Malafaia.

A manobra do governo foi denunciada pelo deputado federal Izalci Lucas Ferreira (PSDB-DF) no plenário da Câmara, com apoio de outros 13 deputados, que cobrou explicações oficiais ao ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a respeito de documentos do MEC sugerindo que a inserção da ideologia de gênero é obrigatória.

“Isso é uma afronta. Como é que um governo, através do Ministério da Educação, manda para os municípios, dentro do PNE, a ideologia de gênero? Entenda a matreirice e a malignidade: o município é responsável pelo ensino do maternal até o quinto ano do Ensino Fundamental. Significa que crianças de 0 a 10 anos vão receber cartilhas – aqui é que está o jogo – [sugerindo] que pode ser homem com homem, mulher com mulher, que ninguém nasce homem ou mulher, masculino ou feminino. É um ensino maligno, maldoso, para destruir os valores da sociedade e aquilo que a civilização tem mantido até agora”, comentou Malafaia.

O pastor entende que a manobra “é uma afronta à família” por parte do governo: “Os pais ficam à Le Bangu, não têm interferência. Vão ficar à mercê de cartilhas de ideólogos esquerdopatas que querem detonar essa família, que é o sustentáculo da civilização, para introduzir novos conceitos de família e fazer com que a criança aprenda o homossexualismo. Onde é que nós vamos parar com isso?”, disparou.

Fonte: gospelmais 


Pressão social induz 8 estados a recusarem a ideologia de gênero nas escolas públicas

                           

As denúncias sobre a manobra do governo para impor a ideologia de gênero nas escolas públicas repercutiram na sociedade, que vem fazendo pressão sobre as Assembleias Legislativas para que o tema não seja incluso nos currículos escolares. Nos últimos dias, deputados de oito estados recusaram as referências à identidade de gênero nos Planos de Educação votados nas respectivas assembleias legislativas.

O movimento do governo Dilma Rousseff (PT), através do Ministério da Educação, de enviar um comunicado aos estados e municípios sugerindo que o tema seria obrigatório contrariava as diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE) aprovado pelo Congresso Nacional.

A ideologia de gênero é um conjunto de teorias que se propõem a negar a identidade de gênero às crianças, e sugere que a escolha por masculino ou feminino deve ser feita durante a vida, ignorando a formação biológica. Dos 13 estados que já aprovaram seus Planos de Educação, apenas cinco mantiveram referências à identidade de gênero. Os outros 14 estados ainda não votaram o plano, como em Minas Gerais, onde o deputado Leandro Genaro (PSB) afirmou que a “ideologia de gênero é uma praga que veio do marxismo, passa pelo feminismo e visa destruir a família tal qual nós a conhecemos”, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.

Líderes evangélicos se posicionaram sobre o assunto, repudiando a estratégia do governo e também os princípios da ideologia. O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo em que chama a manobra do governo Dilma de tentativa de “destruição da família”. Já a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou uma nota em que pontua que “a introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas trará consequências desastrosas para a vida das crianças e das famílias”.

Fonte: gospelmais

Aliança de casamento livra pastor de ser atingido em troca de tiros entre policiais e bandidos

Uma aliança de casamento salvou a vida de um pastor evangélico na última quinta-feira, 25 de junho, após um tiroteio nas imediações da estação de metrô Irajá, zona norte do Rio de Janeiro. O pastor José de Souza Campos, 78 anos, estava dentro de um ônibus quando começou a troca de tiros entre policiais e bandidos.

Três pessoas foram atingidas por balas perdidas, mas Campos foi alvo de um verdadeiro “milagre”. “A aliança que estava no meu dedo salvou minha vida e, possivelmente, a de algum outro passageiro”, disse o pastor em entrevista ao telejornal Bom Dia Rio, da TV Globo.

O objeto, partido ao meio, foi mostrado pelo pastor às câmeras. “É uma aliança verdadeira”, comentou sua esposa, Marina Campos, referindo-se à fé do marido em Deus. Segundo informações do jornal O Dia, o tiroteio começou após uma perseguição a um veículo roubado. A Polícia Militar montou um cerco e, encurralados, os bandidos desceram e passaram a efetuar disparos. Um dos bandidos, de 17 anos, foi baleado nas costas e na perna. O outro, também menor de idade, foi apreendido. O carro que eles haviam roubado foi alvejado por cerca de 20 tiros.

Os comparsas dos menores estavam em outro carro e bateram em um poste. Na troca de tiros com os PMs do Grupamento de Ações Táticas (GAT) o suspeito, identificado apenas como Pagodinho, foi baleado na cabeça. Com ele foi apreendida uma pistola calibre 45. O comparsa de Pagodinho foi ferido, mas mesmo assim conseguiu roubar uma Pajero de um pastor que passava pelo local e fugiu, escapando da polícia.

Fonte: gospelmais

Pastor Franklin Graham ignora tribunal dos EUA:

O casamento gay foi aprovado nos Estados Unidos pela Suprema Corte do país, impondo um precedente jurídico sobre todos os estados da nação, que antes estavam divididos sobre o tema. A legalização da união entre pessoas do mesmo sexo aconteceu na última sexta-feira, 26 de junho, após uma votação apertada, em que os juízes decidiram por 5 votos a 4 aprovar o tema.

O pastor Franklin Graham comentou a decisão judicial e lamentou os rumos de extremo secularismo que o país vem tomando, além de reforçar sua crença de que o casamento é a união entre um homem e uma mulher, conforme descrito pela Bíblia Sagrada. “A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu hoje que o casamento homossexual é legal em todos os 50 estados. Com todo o respeito ao tribunal, isso não define o casamento, e, portanto, vocês não têm direito a redefini-lo”, escreveu Graham em sua página no Facebook.

De acordo com o pastor, as deliberações de um sistema de justiça criado por homens não superam o que Deus estabeleceu como padrão: “Muito antes do nosso governo existir, o casamento já tinha sido criado por Aquele que criou o homem e a mulher, Deus Todo-Poderoso e Suas decisões não estão sujeitas a analise ou revisão por qualquer tribunal de origem humana. Deus é claro sobre a definição de casamento em Sua Santa Palavra: ‘Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e apegar à sua esposa, e eles se tornarão uma só carne’ (Gênesis 2:24)”, escreveu.

O filho do evangelista Billy Graham terminou seu texto fazendo uma prece pela misericórdia divina sobre os Estados Unidos: “Peço a Deus que poupe América de Seu julgamento, no entanto, por nossas ações como uma nação, nós damos-lhe menos e menos razões para fazê-lo”, finalizou.

Fonte: gospelmais

SER PASTOR É CRIME?

Em alguns países o trabalho de missionários cristão pode encontrar grandes desafios, e até mesmo ser considerado um crime. Um exemplo recente aconteceu no Estado de Lalmonirhat, em Bangladesch, onde foram espancados e presos por pregar o evangelho a muçulmanos.
Dois pastores protestantes que estavam dirigindo um culto na região foram presos sob a acusação de “ferir os sentimentos religiosos”. Um dos presos é o pastor Mondol Arif que dirige uma igreja em Lalmonirhat. Os membros da igreja pastoreada por Mondol se reúnem em uma casa semanalmente.

Os pastores foram acusados após um incidente no mês passado, quando estavam batizando algumas pessoas em um dos cultos junto com um pastor convidado pela congregação. Durante a cerimônia, apareceu um grupo de muçulmanos irados e os atacou. O evento irritou ainda mais os líderes muçulmanos da região quando estes descobriram que o batismo que estava sendo realizado era para ex-muçulmanos que haviam se convertido ao Cristianismo.
Então, mais de 100 muçulmanos, liderados por clérigos, reuniram-se na igreja e começaram a questionar os pastores sobre o porquê de estarem tentando difundir o Cristianismo entre os muçulmanos. Quando os pastores responderam que não precisavam de autorização para realizar os cultos, a multidão que se reunia no local os atacou e começou a espancá-los.


Apesar de Bangladesch não ter leis contra a evangelização, os relatos são de que minoria cristã enfrenta constante perseguição por sua fé na região.

Fonte: gospelmais

Líderes evangélicos saem em defesa de Israel e criticam Dilma

condenação do governo Dilma Rousseff à ação militar israelense em Gazagerou forte reação contrária de líderes evangélicos brasileiros, expondo os crescentes laços entre igrejas protestantes e o governo de Israel.
A mobilização evangélica teve início em 23 de julho, quando o governo federal divulgou uma nota condenando os ataques israelenses em Gaza e convocando o embaixador brasileiro em Tel Aviv para consultas.
No dia seguinte, cerca de 80 pessoas – em sua maioria evangélicos – foram ao Ministério de Relações Exteriores protestar contra a decisão.
Uma das organizadoras do ato, a pastora Jane Silva – que preside a Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel – diz que líderes evangélicos de vários Estados e de diferentes igrejas compareceram à manifestação.
Com o apoio do deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), um dos principais nomes da bancada evangélica no Congresso, Silva marcou uma audiência no Itamaraty para expressar a insatisfação do grupo. Eles foram recebidos pelo embaixador Paulo Cordeiro, subsecretário-geral do órgão para África e Oriente Médio.
"Ficamos ofendidos e magoados com a postura do governo brasileiro, que para nós não condiz com a posição da população cristã brasileira em relação ao conflito", diz a pastora à BBC Brasil.

Brasil condena Israel por 'uso desproporcional da força'




O governo brasileiro disse nesta quarta-feira condenar "energicamente" o "uso desproporcional da força" pelo Exército israelense na Faixa de Gaza.

"O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças", informa a nota divulgada pelo Itamaraty.

No breve comunicado, o governo também fez um novo apelo "a um imediato cessar-fogo entre as partes".

"Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente à resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje (quarta-feira)", acrescenta o texto.

A resolução condena o governo israelense pela ofensiva e cria uma comissão para investigar crimes e violações do direito internacional durante a operação militar.

O documento foi aprovado por 29 dos 47 países-membros do Conselho. Os Estados Unidos, aliados de Israel, foram os únicos a votar contra a resolução. Outros 17 países, em sua maioria europeus, se abstiveram.

Marido de sudanesa condenada à morte diz não ter sido avisado sobre libertação


O marido da mulher que foi condenada à morte no Sudão por ter abandonado o Islã disse à BBC que não foi informado sobre sua libertação.


No sábado os noticiários diziam que um representante do Ministério de Relações Exteriores havia confirmado que Meriam Ibrahim, que deu à luz a uma menina enquanto estava presa, seria libertada em alguns dias.

Sudanesa é libertada após ter pena de morte por conversão ao cristianismo anulada


O Tribunal de Apelação de Cartum cancelou nesta segunda-feira (23) a condenação à pena de morte ditada contra a médica sudanesa Mariam Ibrahim Ishaq, de 27 anos, que foi sentenciada por se converter ao cristianismo.

Sudão anuncia que vai libertar cristã condenada à morte por renegar Islão



O subsecretário dos Negócios Estrangeiros sudanês, Abdullahi Alzareg, revelou à BBC que a jovem médica deverá ser libertada nos próximos dias, na sequência das críticas, que chegaram um pouco de todo o mundo, à pena aplicada. Meriam Yehya Ibrahim (o seu nome cristão), de 27 anos, foi condenada, no dia 15 de maio, a 100 chicotadas por adultério e à morte por enforcamento pelo crime de apostasia. Na altura, estava grávida de oito meses.

Sudanesa condenada à morte por renunciar ao islã dá à luz acorrentada




O marido da sudanesa Mariam Ishaq, 27, condenada à morte por se converter ao cristianismo, afirma que a mulher deu à luz acorrentada na prisão. O parto em um hospital não foi autorizado pelas autoridades do Sudão.

Sudanesa grávida é condenada à morte por se converter ao cristianismo

Um tribunal do Sudão condenou nesta quinta-feira à morte a médica Mariam Ishaq, de 27 anos, grávida de oito meses, por ter se convertido ao cristianismo, mas a pena só será aplicada em dois anos, informaram à Efe fontes da Defesa.

NÃO TENHO VERGONHA PORQUE O BRASIL PERDEU A COPA.

NÃO TENHO VERGONHA PORQUE O BRASIL PERDEU A COPA. A COPA É JOGO. E JOGO É IMPREVISÍVEL.

TENHO VERGONHA DO DESCALABRO MORAL QUE TOMOU CONTA DO BRASIL AO LONGO DE SUA HISTÓRIA, E SE ACENTUOU DE MODO TERRÍVEL NOS ÚLTIMOS ANOS.

Sem remédio, clínica usa palavra de Deus para tratar viciados


Em barracos de madeira e lona, sem nenhum profissional da saúde nem remédios, uma igreja evangélica de Campo Grande (MS) oferece "tratamento" gratuito para dependentes químicos.

O idealizador da Clínica da Alma, mantida com doações, é o pastor Milton Marques, um ex-viciado em drogas.

No interior da BA, prostíbulo vira igreja evangélica

Após quase 40 anos, uma casa de prostituição do interior da Bahia fechou as portas e promoveu uma reviravolta em seu ramo de atividade: virou igreja evangélica.

Os antigos frequentadores que passam por Jequié (a 365 km de Salvador) logo percebem a mudança radical. Na fachada, leem "Onde abundou o pecado, superabundou a graça", mensagem da Assembleia de Deus Madureira.

Escolas de SP acabam com “O Dia das Mães” e instituem o “Dia dos Cuidadores”.


Escolas de SP acabam com “O Dia das Mães” e instituem o “Dia dos Cuidadores”. Viva o fim da família, prefeito Fernando Haddad!

Pois é, pois é… Recebi na Jovem Pan a informação de um pai indignado, morador de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo. Na semana passada, as instituições públicas de ensino em que seus filhos estudam deixaram de comemorar o tradicional “Dia das Mães” para celebrar o inovador “Dia de quem cuida mim”.

Dilma sanciona lei que torna crime hediondo o abuso sexual infantil


A presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou nesta quarta-feira (21) o projeto de lei aprovado pelo Congresso que torna crime hediondo o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. A cerimônia de sanção contou com a presença da apresentadora de TV Xuxa Meneghel e a ministra Ideli Salvatti (Direitos Humanos).