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Sudão anuncia que vai libertar cristã condenada à morte por renegar Islão



O subsecretário dos Negócios Estrangeiros sudanês, Abdullahi Alzareg, revelou à BBC que a jovem médica deverá ser libertada nos próximos dias, na sequência das críticas, que chegaram um pouco de todo o mundo, à pena aplicada. Meriam Yehya Ibrahim (o seu nome cristão), de 27 anos, foi condenada, no dia 15 de maio, a 100 chicotadas por adultério e à morte por enforcamento pelo crime de apostasia. Na altura, estava grávida de oito meses.

A bebé, Maya, acabou por nascer na quarta-feira, na prisão, uma vez que a mãe não foi autorizada a dar à luz num hospital. Segundo denunciou o marido ao jornal britânico "The Telegraph", Meriam esteve sempre com as pernas acorrentadas. Daniel Wani, um cristão do Sudão do Sul naturalizado americano, só conseguiu ver a bebé- e o filho, Martin, de 20 meses, que está também com a mãe na prisão - no dia seguinte na companhia do advogado da família. Ao jornal "MailOnline", Daniel elogiou a força da mulher. "Ela é muito, muito corajosa. 

Muito mais corajosa do que eu", sublinhou. Meriam e Daniel, que é paraplégico, casaram em 2011, mas o tribunal sudadês anulou o matrimónio com base na lei islâmica, que proíbe o casamento de mulheres muçulmanas com homens de outras religiões (os homens muçulmanos podem casar fora da religião). Para a justiça sudanesa, a jovem é muçulmana, uma vez que esta é a fé do pai. A mulher, contudo, considera-se cristã, uma vez que foi educada apenas pela mãe, uma cristã ortodoxa. O pai abandonou a família quando ela e o irmão eram crianças. 

Meriam foi detida em setembro, mas recusou sempre renegar à sua fé. A 15 de maio, foi condenada a 100 chicotadas, por ter casado com um não muçulmano, e à morte por enforcamento, por renegar o islamismo. Por estar grávida, o tribunal determinou que as penas só seriam aplicadas dois anos depois de a filha nascer. A jovem sudanesa que foi condenada à morte por ter abandonado o islamismo, e que esta semana deu à luz a segunda filha na prisão, poderá ser libertada nos próximos dias, anunciou fonte governamental.

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