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Lista Mundial da Perseguição 2021: hostilidade a cristãos aumenta

  Veja a Lista Mundial da Perseguição 2021 com o ranking dos 50 países onde os cristãos são mais perseguidos por causa da fé em Jesus. As in...

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"O tempo de Deus é perfeito”, diz Billy Graham, falando sobre a vinda de Jesus



O evangelista Billy Graham, 98 anos, foi questionado por um leitor de seus artigos se Jesus deveria ter esperado até agora para se fazer homem e pregar o Evangelho, já que hoje sua mensagem teria contado com o auxílio de veículos de comunicação, como internet, TV, rádio, jornais e revistas. Sua resposta foi direta: “Não”.

Israel, Jerusalém, Terra Santa

Israel é o país do povo descrito no Velho Testamento como a nação escolhida de Deus, e atualmente, é uma República Parlamentar estabelecida no Oriente Médio. A Organização das Nações Unidas reconheceu o país como um Estado somente em 1948.

Mulher batizada aos 94 anos: “nunca é tarde demais”



Usando uma touca de chuveiro no momento que entrou nas águas batismais, Ophelia White estava radiante. Recebendo o encorajamento dos amigos reunidos no templo da Igreja Batista Cook, em Ruston, Louisiana, a nova convertida de 94 anos de idade testemunha:  “Quero que as pessoas saibam que nunca é tarde demais”.

Morre Pastor Billy Graham com 99 anos



Morreu na manhã desta quarta-feira (21), em sua própria casa, o evangelista BILLY GRAHAM. O renomado pregador estava com 99 anos e sua saúde já era debilitada, conforme seus próprios filhos já haviam informado. A informação do falecimento foi confirmada pelo porta-voz da Associação Billy Graham à CNN.

Cristãos são quase metade dos emigrantes do mundo, diz pesquisa Pew



Os cristãos superam amplamente os muçulmanos em termos numéricos entre as pessoas que migram de país no mundo inteiro --inclusive na União Europeia, onde os debates sobre a migração geralmente focam na chegada de muçulmanos--, segundo um estudo divulgado na quinta-feira.

Dos 214 milhões de pessoas que vivem fora do seu país natal, cerca de 106 milhões (49%) são cristãs, e cerca de 60 milhões (27%) são muçulmanas, segundo pesquisa do Fórum Pew para Religião e Vida Pública.

Apenas 3,6 milhões de judeus saíram dos seus países natais, segundo o estudo, mas isso representa 25 % da população judaica mundial, disparadamente a maior proporção entre todos os grupos.

Opressor de cristãos, ditador Fidel Castro morre aos 90 anos


Fidel Alejandro Castro Ruz, 90 anos, ditador cubano, morreu na noite da última sexta-feira, 25 de novembro, em Havana, capital da ilha que ele governou desde 1959. A notícia foi anunciada pelo seu irmão, Raúl, sucessor na presidência do país.
Considerado uma das figuras políticas de maior influência no século XX, Fidel Castro renunciou ao cargo de presidente de Cuba em 2008, após 49 anos no poder. Visto por comunistas e simpatizantes do socialismo como um símbolo de liderança, ele conduziu sua ditadura com mão de ferro, limitando liberdades individuais, como por exemplo, a religiosa.

Ateus obrigam técnico a interromper orações antes de jogos, mas atletas reagem e mantém a tradição


O futebol americano é um esporte enraizado na cultura dos Estados Unidos, e nas escolas de Ensino Médio é mais do que apenas uma modalidade no currículo de atividades: é uma tradição. E isso empresta ao esporte uma força inimaginável. Em muitos casos, já que se trata de um país de ampla maioria cristã, as partidas são precedidas por orações. E esse é o caso da escola Dunmore High School.

Trump nomeia pastor batista como embaixador de Israel e reconhecerá Jerusalém como capital do país






O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, definiu que o pastor batista Mike Huckabee será o novo embaixador do país em Israel e que reconhecerá, como prometido em campanha, Jerusalém como capital da nação israelense.

Mike Huckabee é um ex-apresentador de TV, ex-governador do Arkansas e por duas vezes disputou as prévias do Partido Republicano para se candidatar a presidente dos Estados Unidos, sendo a última em 2016, da qual desistiu por falta de apoio político e terminou por beneficiar Trump.

Donald Trump afirma que irá trabalhar por um acordo de paz entre Israel e Palestina




A paz entre Israel e a Palestina é um desafio que Donald Trump abraçou para si e disse que vê possibilidades de alcançá-lo pois se considera um bom negociador. A declaração demonstra que, nos próximos anos, os Estados Unidos voltarão a ser protagonista no conflito, deixando de lado as imposições da Organização das Nações Unidas (ONU), sempre parciais a favor dos palestinos.
“Como um negociador, eu gostaria de fechar um negócio que não poderia ser fechado, e fazer isso por causa da humanidade”, disse o presidente eleito em entrevista ao The Wall Street Journal na última sexta-feira, 11 de novembro. 

Evangélicos pedem ao ministro José Serra que Brasil mude voto em resolução da UNESCO que prejudica Israel

O ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), recebeu um grupo de líderes evangélicos na última quinta-feira, 10 de novembro, no Palácio do Itamaraty. Na reunião, ele ouviu que é importante que o Brasil reveja sua postura em relação a questões que envolvem Israel, como a famigerada resolução da UNESCO sobre a relação dos judeus com o Monte do Templo, em Jerusalém.
O imbróglio é delicado de ser resolvido no âmbito diplomático, pois o governo petista já havia se comprometido a votar a favor da resolução, e ao longo deste ano, enquanto as discussões foram avançando, a postura do governo de Michel Temer (PMDB) foi mudando em relação ao assunto, mas ainda não é favorável a Israel.

Profecias a respeito da eleição de Donald Trump surgiram em 2011 e agora repercutem na internet



Uma série de profecias a respeito da vitória de Donald Trump aconteceram ao longo dos últimos cinco anos, e obviamente, foram ignoradas pela grande imprensa. Agora, eleito presidente dos Estados Unidos, o bilionário falastrão está no centro das atenções e tudo que diz respeito a ele está sendo analisado novamente.
Um pregador chamado Mark Taylor, bombeiro aposentado, afirmou em 2011 que Deus havia escolhido Donald Trump para abençoar os Estados Unidos e o mundo. Na época, Barack Obama trabalhava visando sua reeleição e o empresário que o sucederá em 2017 não era nem pré-candidato. 

Líderes evangélicos brasileiros variam entre perplexidade e euforia ao comentar eleição de Trump





A eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos da América foi tema de comentários de muitos líderes evangélicos brasileiros, que usaram as redes sociais para expressar suas opiniões sobre o resultado do pleito.

O mais estridente de todos, como sempre, foi o pastor Silas Malafaia, que usou seu perfil no Twitter para chamar a atenção para a perda de influência da mídia sobre as pessoas conservadoras, que perderam a paciência com os políticos tradicionais e, principalmente, dos partidos de esquerda. 


Por outro lado, o deputado estadual Carlos Bezerra Jr (PSDB-SP), um dos líderes da Comunidade da Graça, expôs sua contrariedade com a eleição de Trump.

Confira abaixo, as palavras de líderes evangélicos brasileiros sobre o resultado:

Por que tanto ódio contra Israel?


No último dia 12, um menino israelense de 13 anos andava de bicicleta. Depois de chegar da escola, decidiu ir à loja comprar doces. Disse à sua mãe para não se preocupar, que estaria de volta em cinco minutos, mas ele não voltou. Foi brutalmente agredido e quase perdeu a vida. Ele não esperava ser esfaqueado 15 vezes e nem imaginava que terminaria seu passeio nos cuidados intensivos. Outras pessoas nunca pensaram que seu agressor seria um menino palestino de 13 anos de idade.

A maioria dos autores da recente onda de terrorismo em Jerusalém, Tel Aviv e outras cidades israelenses foram jovens palestinos entre as idades de 16 e 25 anos.

Professora ateia queria obrigar aluna cristã a negar a existência de Deus.


Uma aluna da sétima série foi intimidada por sua professora a negar sua fé em Deus e a existência d’Ele em um trabalho escolar, mas o desfecho do caso foi surpreendente, com a jovem cristã levando a situação às últimas consequências cabíveis.

EUA: Por religião, oficiais negam certidao de casamento a gays: Funcionários e juízes de paz alegam “liberdade religiosa” para não seguir decisão federal

O sistema político dos Estados Unidos permite que cada estado decida a respeito de uma série de leis. Assim, é possível que alguns tenham pena de morte ou legalizem as drogas, enquanto outros não o fazem.

Até a decisão na semana passada da Suprema Corte dos Estados Unidos de legalizar o casamento gay em todo o país, isso ainda era proibido em 13 estados.

Agora, todos são obrigados a se submeter. Contudo, iniciou-se uma batalha jurídica no Texas e no Mississipi, que se recusam capitular. Alegando “liberdade religiosa”, funcionários estão se recusando a emitir certidões para casais do mesmo sexo. Essas certidões ou licenças funcionam como o casamento civil no Brasil, sendo emitidas pelas prefeituras ou condados – uma divisão política regional.

O procurador-geral do Texas, Ken Paxton, autorizou quem se nega a fazer isso por “objeção religiosa”, mas admitiu que eles poderão sofrer processos na Justiça. Nas grandes cidades ainda não houve nenhum caso.

Porém, no condado de Hood, que reúne 53 mil habitantes no norte do estado, há reclamações. Katie Lang, secretária do condado, afirma: “Eu defendo minha liberdade religiosa. Acho que o casamento é para um homem e uma mulher pois é isso que a Bíblia diz. Podem me multar e podem me processar. Mas hoje em dia podem processar você por qualquer coisa”.

Nos condados de Hill, Jackson, Burleson e Ector, os secretários já avisaram que também não irão expedir certidões para homossexuais. O argumento de Paxton e de várias autoridades é que pelo regime do Texas, que tem sua própria Corte Suprema, é uma decisão ilegal e falha, tomada por um tribunal “ativista”.

Para eles, haveria um gritante conflito com a Primeira Emenda da Constituição, que garante o livre exercício da religião. Além dos funcionários dos cartórios, há juízes de paz que estão protestando.
O senador texano Rodney Ellis solicitou formalmente que a procuradora-geral dos Estados Unidos, Loretta Lynch, supervisione seu estado para “garantir que não deixem de cumprir a decisão da Suprema Corte e discriminem casais do mesmo sexo”.

“Os juízes de paz e juízes semelhantes podem reivindicar que o governo não pode forçá-los a realizar cerimônias de casamento do mesmo sexo sobre suas objeções religiosas”, escreveu Paxton.
Ao mesmo tempo, o procurador-geral do Mississipi, Jim Hood, recusa-se a não implementar a decisão federal e avisou que o estado pode simplesmente parar de realizar casamento civis. A maioria dos condados do Mississipi se negam a cumprir a ordem da Suprema Corte.

O governador do Estado, Phil Bryant, afirmou que irá fazer todo o possível para “proteger e defender a liberdade religiosa” no estado. O House Judiciary Chairman Andy Gipson, que também é pastor batista, sugeriu que se mude a lei para que não seja mais preciso haver uma licença para se casar no Mississipi. Embora admita que existem “prós e contras”, acredita ser uma opção válida.

Embora de não maneira oficial, políticos do estado do Oklahoma estão considerando a mesma possibilidade. A sugestão é que os celebrantes do casamento religioso seriam responsáveis por assinar os papéis que validariam o casamento automaticamente no civil.
O casamento gay no Brasil, embora contradiga a Constituição, passou a ser possível após a decisão do STF, através de uma “súmula vinculante”. Os cartórios não podem se recusar a fazer a cerimônia civil. Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça aprovou uma resolução que se isso acontecer, o caso deve ser levado para análise do juiz corregedor do respectivo Tribunal de Justiça.

Com informações de Religion News e News Week e gospelprime

Lei dá a pastores o direito de não celebrar casamento gay

O governador Greg Abbott assinou em cerimônia pública a lei 2065, que marca uma vitória de um movimento que uniu diversos movimentos evangélicos do Texas. A “Lei de proteção ao Pastor” assegura aos ministros o direito de não celebrarem cerimônias de casamento homossexual nas igrejas pelas quais são responsáveis.
O imbróglio jurídico começou no ano passado, após o reconhecimento da legalidade do casamento gay em diversos estados norte-americanos. Seguindo a linha liberal da administração Obama, o governo federal fez pressão em vários níveis em favor da comunidade LGBT. Houve casos de empresas serem proibidas de se recusar a prestar serviço a casais homossexuais.

No conservador Estado do Texas, a prefeita da cidade de Houston, Annise Parker, foi a primeira prefeita abertamente gay eleita em uma grande cidade dos EUA. A prefeitura de Houston logo emitiu um decreto-lei permitindo que indivíduos transgêneros podiam fazer queixa-crime se sentirem-se discriminados de alguma maneira.
Alguns pastores mostraram-se contrariados depois que surgiram denúncias que eles estavam promovendo “discurso de ódio” nas igrejas. A prefeitura pediu então que eles submetessem cópias de seus sermões para que autoridades investigassem se havia homofobia. O recado era claro: os pastores ou padres que se manifestarem do púlpito contra o público LGBT terão de responder juridicamente por discriminação.

A pressão dos evangélicos do Estado inteiro forçou a prefeitura a voltar atrás. Iniciou-se então um embate legal no tocante aos limites da liberdade de expressão nos púlpitos. Os cerca de 400 pastores de Houston conseguiram a suspensão do decreto municipal que limitaria sua liberdade.

A partir de então um projeto de lei que recebeu o apoio de deputados dos dois partidos predominantes do sistema eleitoral começou a tramitar. Lobbies de organizações pró-LGBT como a ACLU, Iquality Texas e a Texas Freedom Network não tiveram sucesso.

O embate ganhou força quando diversas igrejas e organizações religiosas e pró-família como o Conselho de Pastores do Texas, a Conferência Católica do Texas, Convenção Batista do Texas, Eagle Forum, Liberty Institute, Focus on the Family, Coalizão de Pastores Afro-americanos – entre outros – uniram forças.

Com a aprovação da nova lei, nenhuma igreja ou organização religiosa do Texas poderá ser forçada a realizar um casamento e tampouco forçados a prestar serviços, acomodações, instalações ou ceder bens para qualquer atividade que viole suas crenças religiosas.

Uma vez que foi aprovado com dois terços dos votos, o projeto passou a ser lei imediatamente. Jonathan Saenz, presidente da Texas Values Action, ONG jurídica que defende a liberdade religiosa, comemorou: “Hoje comemoramos com pastores e membros do clero que são guiados por suas crenças religiosas sinceras e asseguramos que o Texas desfruta de liberdade religiosa sem interferência do governo”.

Com informações de Texas Value
Fonte: gospelprime

A Igreja Católica não deveria ter "líderes vitalícios", diz papa


A Igreja Católica não deveria ter ?líderes vitalícios? em suas fileiras, senão corre o risco de ser como um país sob ditadura, disse o papa Francisco nesta sexta-feira (3).

Francisco, de 78 anos, já declarou anteriormente que estaria pronto para renunciar ao invés de ficar até o fim da vida se sentisse que não pode continuar liderando a igreja de 1,2 bilhão de fiéis por razões de saúde ou outras.

"Sejamos claros. O único que não pode ser substituído na igreja é o Espírito Santo", afirmou o pontífice argentino em um discurso a cerca de 30 mil pessoas durante um evento ecumênico na Praça São Pedro.

"Deveria haver um limite de tempo para os cargos (na igreja), que na verdade são cargos de serviço", disse ele durante sua fala, em parte preparada e em parte improvisada.

Deixando claro que seus comentários não se restringem ao clero, Francisco acrescentou: "É conveniente que todos (os cargos) na igreja tenham um limite de tempo. Não há líderes vitalícios na igreja. Isto ocorre em alguns países onde existe uma ditadura".

Em fevereiro de 2013, o antecessor de Francisco, o papa Bento 16, se tornou o primeiro pontífice a renunciar em 600 anos.

Em uma entrevista à televisão mexicana em março passado, Francisco disse que o que Bento, agora conhecido como papa emérito, fez "não deveria ser considerado uma exceção, mas uma instituição".

Mas, na mesma entrevista, ele afirmou não gostar da ideia de uma idade de aposentadoria automática para os papas, por exemplo aos 80 anos.

Fonte: uol

Líderes evangélicos saem em defesa de Israel e criticam Dilma

condenação do governo Dilma Rousseff à ação militar israelense em Gazagerou forte reação contrária de líderes evangélicos brasileiros, expondo os crescentes laços entre igrejas protestantes e o governo de Israel.
A mobilização evangélica teve início em 23 de julho, quando o governo federal divulgou uma nota condenando os ataques israelenses em Gaza e convocando o embaixador brasileiro em Tel Aviv para consultas.
No dia seguinte, cerca de 80 pessoas – em sua maioria evangélicos – foram ao Ministério de Relações Exteriores protestar contra a decisão.
Uma das organizadoras do ato, a pastora Jane Silva – que preside a Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel – diz que líderes evangélicos de vários Estados e de diferentes igrejas compareceram à manifestação.
Com o apoio do deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), um dos principais nomes da bancada evangélica no Congresso, Silva marcou uma audiência no Itamaraty para expressar a insatisfação do grupo. Eles foram recebidos pelo embaixador Paulo Cordeiro, subsecretário-geral do órgão para África e Oriente Médio.
"Ficamos ofendidos e magoados com a postura do governo brasileiro, que para nós não condiz com a posição da população cristã brasileira em relação ao conflito", diz a pastora à BBC Brasil.

Marido de sudanesa condenada à morte diz não ter sido avisado sobre libertação


O marido da mulher que foi condenada à morte no Sudão por ter abandonado o Islã disse à BBC que não foi informado sobre sua libertação.


No sábado os noticiários diziam que um representante do Ministério de Relações Exteriores havia confirmado que Meriam Ibrahim, que deu à luz a uma menina enquanto estava presa, seria libertada em alguns dias.

Sudanesa é libertada após ter pena de morte por conversão ao cristianismo anulada


O Tribunal de Apelação de Cartum cancelou nesta segunda-feira (23) a condenação à pena de morte ditada contra a médica sudanesa Mariam Ibrahim Ishaq, de 27 anos, que foi sentenciada por se converter ao cristianismo.