avozmissionaria@hotmail.com

Pesquisar este blog

Postagem em destaque

Lista de Dirigentes de Congregações - 2017 da IEADERN

Veja a Lista de Coordenadores de cada Setor e Dirigentes de Congregações em Natal-RN pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus no estado do...

Por que tanto ódio contra Israel?


No último dia 12, um menino israelense de 13 anos andava de bicicleta. Depois de chegar da escola, decidiu ir à loja comprar doces. Disse à sua mãe para não se preocupar, que estaria de volta em cinco minutos, mas ele não voltou. Foi brutalmente agredido e quase perdeu a vida. Ele não esperava ser esfaqueado 15 vezes e nem imaginava que terminaria seu passeio nos cuidados intensivos. Outras pessoas nunca pensaram que seu agressor seria um menino palestino de 13 anos de idade.

A maioria dos autores da recente onda de terrorismo em Jerusalém, Tel Aviv e outras cidades israelenses foram jovens palestinos entre as idades de 16 e 25 anos.


É chocante saber que um menino de 13 anos pode efetuar um ataque terrorista. Mas, infelizmente, não é surpreendente para aqueles familiarizados com o grau de incitação à violência a que essas crianças estão expostas.

O jovem israelense poderia ter sido assassinado. Não por causa de uma luta entre colegas de escola ou uma tentativa de roubar o seu celular, tênis ou qualquer um dos outros bens materiais que os jovens hoje cobiçam. Em vez disso, foi um evento inspirado ideologicamente, alimentado pelo ódio e apoiado por um ambiente que valoriza a violência em detrimento da coexistência.

Quando os palestinos estão envolvidos em atos de terrorismo, muitos procuram entender a motivação para os ataques com base nos seus próprios códigos morais, experiências ou mentalidade. Portanto, eles assumem que a atual onda de terrorismo decorre do impasse no processo de paz, da frustração sobre as condições econômicas e da situação na Mesquita de Al-Aqsa.

Esses pressupostos ignoram a verdadeira causa dos atuais ataques terroristas gerados na sociedade palestina, alimentando deliberadamente uma cultura de ódio e desumanização dos judeus.

Desde a mais tenra idade, crianças palestinas são submetidas à propaganda que promove o ódio e incita a violência. Os jovens, desde pequenos, assistem a programas de TV sendo encorajados a hostilizar e a matar todos os judeus, tornando-se depois heróis. Nas creches, as crianças são "graduadas" com uniformes militares, transportando armas de brinquedo, num autêntico exercício de apoio a violência.

Os alunos na Cisjordânia estudam inspirados com base em artigos que aparecem na mídia da Autoridade Palestina, que legitima a violência indiscriminada contra os israelenses. Eles jogam em equipes esportivas e passeiam pelas ruas com nomes de terroristas. As crianças na Faixa de Gaza participam de acampamentos e programas extracurriculares que incentivam o uso de armas e a realização de ataques terroristas contra os soldados israelenses e civis israelenses, de preferência judeus.

As crianças mais velhas são incitadas -pelos líderes palestinos, pelos artigos da Autoridade Palestina, pelos louvores e os apelos dos líderes religiosos- à Jihad e a praticarem o martírio. Também acompanham com atenção as mídias sociais, que exibem vídeos gráficos, desenhos e textos que glorificam a violência contra os israelenses e contra judeus.

Os jovens palestinos são educados a desenvolverem uma cultura de ódio e são alimentados com uma dieta constante de mentiras. Eles são treinados a acreditar que o compromisso significa que a violência é o caminho preferido, e o martírio, a mais alta honra.
As crianças, por natureza, são especialmente vulneráveis à manipulação e constituem presas fáceis e permissíveis a lavagens cerebrais. Muitos jovens palestinos são incentivados a seguir o exemplo dos célebres terroristas e a ter compromisso com a violência.

O terrorismo precisa de um forte quadro ideológico para florescer. Crianças palestinas merecem ser educadas a lutar por um futuro melhor. Seu destino não deve ser refém da cultura do ódio. Para que a paz seja construída, em prol da constituição de um Estado Palestino, a atual liderança deve educar a sociedade para a cultura da paz, ao invés de promover a violência.

Israel foi e sempre será um país promotor da cultura da paz. Os nossos vizinhos, em vez de perderem tempo e vidas palestinas com ataques terroristas -utilizando mísseis e outras armas contra nossos civis e atacando nossas cidades-, deveriam mudar o paradigma da sua luta e aceitar a proposta israelense, optando pela paz e os caminhos pacíficos para poder encontrar uma solução justa e definitiva ao conflito, para o bem e a prosperidade de todos os povos da região.

* Texto transmitido através do Consulado Geral de Israel em São Paulo

0 comentários:

Postar um comentário