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Ateus obrigam técnico a interromper orações antes de jogos, mas atletas reagem e mantém a tradição


O futebol americano é um esporte enraizado na cultura dos Estados Unidos, e nas escolas de Ensino Médio é mais do que apenas uma modalidade no currículo de atividades: é uma tradição. E isso empresta ao esporte uma força inimaginável. Em muitos casos, já que se trata de um país de ampla maioria cristã, as partidas são precedidas por orações. E esse é o caso da escola Dunmore High School.

Um grupo ativista ateu, denominado Freedom From Religion Foundation – uma entidade que vem crescendo a nível nacional – tem usado de armadilhas legais para expandir sua intolerância religiosa. Através de ameaças de processos, obriga profissionais ou a direção das escolas a abandonarem práticas religiosas em atividades escolares, mesmo que sejam uma tradição e não estejam ligadas ao conteúdo de ensino.
Essa foi a tática da entidade ateísta para intimidar o treinador Jack Henzes. Por temer um processo e os custos que a disputa na Justiça representaria, ele parou de orar com os atletas em campo, antes dos jogos.
“Quando um funcionário de uma escola pública, que age em caráter oficial, organiza, lidera ou participa da oração em equipe, ele efetivamente apoia a religião em nome do distrito”, argumentou a entidade. Porém, de acordo com informações do Christian Today, os ativistas ateus não contavam com o contra-ataque dos atletas, que passaram a liderar as orações antes das partidas, o que não abre espaço para nenhum tipo de ação.
“Sou muito religioso e acredito que é uma tradição que precisamos manter. É uma pena que as orações com o treinador tenham sido canceladas”, comentou Chris Murray, um atleta e estudante da Dunmore High School.
Os moradores da cidade, que costumam acompanhar e apoiar o time da escola, criticaram a postura da Freedom From Religion Foundation: “Eu não entendo como essas pessoas têm tanto tempo em suas mãos para protestar questões como esta, quando há tantas questões importantes lá fora”, criticou Beth Ann. “É algo que estamos acostumados a fazer todos os dias e o treinador não apenas ensina futebol, ele ensina lições de vida. E esta é uma lição de vida que eu tenho certeza que ele vai ensinar”, pontuou outro aluno.

Por Tiago Chagas, gospelmais 

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