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Líderes evangélicos brasileiros variam entre perplexidade e euforia ao comentar eleição de Trump





A eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos da América foi tema de comentários de muitos líderes evangélicos brasileiros, que usaram as redes sociais para expressar suas opiniões sobre o resultado do pleito.

O mais estridente de todos, como sempre, foi o pastor Silas Malafaia, que usou seu perfil no Twitter para chamar a atenção para a perda de influência da mídia sobre as pessoas conservadoras, que perderam a paciência com os políticos tradicionais e, principalmente, dos partidos de esquerda. 


Por outro lado, o deputado estadual Carlos Bezerra Jr (PSDB-SP), um dos líderes da Comunidade da Graça, expôs sua contrariedade com a eleição de Trump.

Confira abaixo, as palavras de líderes evangélicos brasileiros sobre o resultado:

Roberto de Lucena

Pastor da igreja O Brasil para Cristo, Lucena é também deputado federal (PV-SP) e considerou a vitória de Trump um evento “preocupante”.
“As posturas e declarações de Trump ao longo de sua vida e durante a corrida eleitoral são preocupantes. Espero que as sólidas instituições nacionais sejam um freio de arrumação nesses rompantes. A eleição do presidente americano reflete diretamente no dia a dia de todos os cidadãos do mundo. Estou certo, no entanto de que ninguém sabe melhor do que os próprios americanos o que é bom para os Estados Unidos. Desejo bênçãos à América!”, afirmou.

Carlos Bezerra Jr.

O deputado estadual paulista, que historicamente tem um discurso de centro-esquerda, afirmou estar “perplexo” com a vitória do bilionário: “Com uma retórica protecionista e alimentando paranoias contra imigrantes e ameaças de terrorismo, a vitória de Trump pode significar um grande baque para o resto do mundo. Ele sempre foi uma incógnita em suas posições sobre política externa e sobre como pretende conduzir a economia dos Estados Unidos”, disse, em uma postagem no Facebook.
“Se há oito anos, os Estados Unidos elegiam o primeiro negro para a presidência da República, em uma campanha marcada pelo discurso conciliatório, desta vez, o país, rachado, escolheu um homem que abandonou completamente da civilidade política em sua campanha e optou por um discurso racista, misógino, xenófobo e intolerante”, rotulou, sem fazer menção que o “racha” na sociedade norte-americana aconteceu, justamente, durante o mandato de Obama.

Edson Rebustini

O pastor da Igreja Bíblica da Paz, em São Paulo, pai do cantor Gui Rebustini, lembrou da história bíblica sobre o rei Ciro, da Babilônia, que mesmo “não conhecendo Deus” foi um instrumento para libertar o povo hebreu do cativeiro.
“A princípio, a figura dele [Trump] assusta um pouco, mas acredito que nada foge do controle de Deus. Deus remove reis e estabelece reis. Eu me simpatizo com a Hillary, mas infelizmente ela é extremamente liberal e a América está precisando voltar aos princípios da Bíblia”, comentou. “Ele vai fazê-lo? Não sei, mas ele nomeará inclusive um juiz conservador para a Suprema Corte. Quem sabe aquilo que pode nos assustar venha a nos surpreender [positivamente]? Só Deus sabe. Espero que sim. Deus abençoe a América”, concluiu.

Hernandes Dias Lopes

O reverendo presbiteriano destacou que as autoridades chegam às posições de liderança política sob permissão de Deus. “Ontem, o republicano Donald Trump, contrariando todos as pesquisas, foi eleito 45º presidente dos Estados Unidos da América. Há apreensões e temores em várias partes do mundo sobre algumas de suas posições, especialmente em relação aos imigrantes e a economia global”, resumiu. “Em tempos de tanta tensão internacional, precisamos entender que Deus é o soberano que está assentado no trono do universo. Ele tem as rédeas da história em suas poderosas mãos e nenhum dos seus planos pode ser frustrado. Nossos olhos precisam estar fitos nele, pois ele é o nosso refúgio e d’Ele vem o nosso socorro”, acrescentou.

Geremias do Couto

O pastor da Assembleia de Deus em Teresópolis comentou o fato político internacional apontando o abismo entre a pregação feita pela mídia em geral e a realidade das urnas.
“Como é ‘dia’ de falar de Trump, não fugirei ao tema. Sua vitória revela que a mídia liberal globalizante com sua esquizofrenia está profundamente desconectada da realidade. Hoje ela precisa rever os seus conceitos, pois com o advento das redes virtuais não tem mais o monopólio da informação e nem o poder de manipulá-la”, disse. “O ‘mundo real’, por incrível que pareça, chega ao povo mais depressa por aqui. Os tempos são outros. Quanto a Trump, ele será, a meu ver, um novo Reagan”, afirmou, comparando o bilionário ao ator de filmes de faroeste que se tornou presidente do país em 1981 e foi sucedido, em 1989, por George Bush “pai”.

Silas Malafaia

No Twitter, o líder nacional da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) comparou a vitória de Trump à de Marcelo Crivella (PRB) na eleição para a prefeitura do Rio de Janeiro e fez projeções para a próxima eleição presidencial no Brasil, em 2018.
“Os esquerdopatas do Brasil, tomaram uma lavada nas eleições, os esquerdopatas do EUA, também tomaram uma lavada. Só kkkkkkk muito kkkkkkkkkkk. A grande mídia tem que entender: acabou o império da informação, onde todos ficavam a mercê do que os jornais falavam. Hoje temos redes sociais”, afirmou, denunciando a postura parcial da imprensa.
“Incrível! Crivella e Trump venceram o preconceito, a mídia, políticos e esquerdopatas. O povo não é bobo, está percebendo as coisas. Vergonhoso! Ver a mídia, quer no Brasil ou nos EUA, não apenas apoiando a esquerda – é até um direito – mas ridicularizando os contrários. Nos EUA, a mídia, sempre escolheu um dos lados, faz parte da cultura deles, mas nessas eleições, resolveram ridicularizar o oponente”, contextualizou o pastor. “No Brasil, a mídia, finge que é imparcial, que não tem lado, mas sempre favorece a esquerda e ridicularizam o pensamento contrário. Hipócritas! Aviso à mídia brasileira: não vai adiantar ridicularizar o Bolsonaro, como fazem hoje, se continuarem assim, vão acabar elegendo ele em 2018”, alertou.
“O recado está dado, tanto nas eleições do RJ, como nas eleições do EUA. Cuidado! Não subestimem a inteligência do povo. Bolsomito vem aí! Kkkkkk. Fiquei rindo, vendo a cara dos comentaristas, sobre as eleições nos EUA. Todos sem graça, com cara de mané kkkkkkkkk sem entender nada kkkkkk”, zombou. “O editorial de O Globo sobre a vitória de Trump é uma piada! O Globo, quem elegeu ele foi o povo mais politizado do planeta. Calados! A imprensa brasileira deu como certa a eleição de Hilary, com exceção, Felipe Moura Brasil da revista Veja. Os esquerdopatas estão tontos”, concluiu Malafaia.
Fonte: gospelmais 

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