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O câncer em números, no Brasil e no Mundo


De pulmão: É o tipo de tumor mais comum em todo o mundo. Cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão estão relacionados ao hábito de fumar. Como esse tipo de câncer, em geral, é detectado nos estágios avançados, pois não são comuns os sintomas no início, ele é considerado um dos mais letais entre todos os tipos. Comparados com os não fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão. Nos países desenvolvidos, 13% a 20% dos portadores de câncer de pulmão continuam vivos depois de cinco anos do início do tratamento, enquanto nos países em desenvolvimento esse número cai para 12%.


De mama

É o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres. Segundo dados do INCA, a cada ano, entre todos os tumores, 22% são novos casos de mama. Apesar de ser considerado um câncer de relativamente bom prognóstico, se diagnosticados precocemente, as taxas de cura chegam a 90%. Mas os índices de mortalidade no Brasil continuam elevados porque são diagnosticados tardiamente. Nos países desenvolvidos, a sobrevida a partir de cinco anos é de 61%, enquanto nos países em desenvolvimento essa taxa cai para 57%.

De estômago

É a quarta causa mais comum em taxa de mortalidade de uma maneira geral e a segunda causa de óbitos somente por câncer. Estatisticamente, atinge duas a três vezes mais os países industrializados, afetando mais homens que mulheres. Porém, em vários países, pesquisadores observam uma queda na incidência nesse tipo de câncer devido às mudanças no estilo de vida da população, como o aumento da ingestão de frutas, legumes e verduras, redução do uso do sal, melhores métodos de conservação alimentar e atitudes saudáveis como parar de fumar e manter o peso sobre controle.

De colo de útero

Este é o segundo tipo de câncer mais frequente entre as mulheres, com aproximadamente 500 mil casos novos por ano no mundo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tumor de mama mata cerca de 230 mil mulheres por ano em todo o planeta e ocorre duas vezes mais em países em desenvolvimento do que nos desenvolvidos. Começa a manifestar-se por volta dos 20 a 29 anos, aumentando seus índices até atingir seu pico na faixa etária de 45 a 49 anos.
Por outro lado, é o câncer (com exceção ao de pele) que apresenta um maior potencial de prevenção e cura quando diagnosticado precocemente. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, 80% de sua mortalidade pode deixar de existir se houver uma prevenção benfeita com a realização de exames simples como o Papanicolao e o tratamento das lesões precursoras desse tipo de tumor, provocadas, em geral, pela presença do vírus HPV (Papiloma vírus humano) e com a aplicação preventiva da vacina contra esse agente infeccioso.

De próstata

Em números gerais, este é o sexto tipo de câncer mais comum no mundo e o primeiro entre os homens. Ele é seis vezes mais comum em países desenvolvidos, comparados aos países em desenvolvimento. Mais do que qualquer outro, é considerado o câncer da terceira idade, até porque três quartos dos casos no mundo inteiro surgem a partir dos 65 anos. É considerado um câncer de bom prognóstico quando diagnosticado e tratado precocemente.

De intestino

A neoplasia de cólon e reto é tida como a terceira causa mais comum de câncer no mundo em ambos os sexos e a segunda causa mais frequente em países desenvolvidos. A sobrevida para esse tipo de neoplasia é considerada boa, se a doença for diagnosticada em estádio inicial. Cerca de 55% dos portadores desse tipo dos países desenvolvidos vivem, em média, cinco anos (ou mais) a partir do início do tratamento. Nos países em desenvolvimento, essa taxa cai para 40%. O bom prognóstico faz desse tipo de câncer o segundo com maior número de pessoas diagnosticadas com a neoplasia e que mantêm a doença sob controle, ficando atrás apenas do câncer de mama em mulheres.

De pele

A Organização Mundial da Saúde calcula que anualmente surjam cerca de 132 mil casos novos desse câncer no mundo todo. Isso significa que, entre todas as categorias, o câncer de pele responde por 2,5% do total de casos anuais. Por outro lado, os órgãos de saúde também têm notado um aumento significativo em populações de cor de pele branca. No Brasil, o câncer de pele carcinoma basocelular e de células escamosas são os dois tipos mais frequentes. Sua letalidade é considerada baixa e seu índice de cura alto, 90% quando tratados precocemente. Por outro lado, o câncer de pele do tipo melanoma, embora mostre um baixo índice de prevalência, é um dos mais letais entre todos, com alto poder metastático. O prognóstico do melanoma de pele pode ser considerado bom se for descoberto em seus estágios iniciais. A média mundial de sobrevida dos cânceres de pele é de 69%. A maioria ocorre devido à exposição excessiva ao sol.

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