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Furacão Irene mata três pessoas nos EUA; mais de 280 mil ficam sem energia



O número de mortes causadas pelo furacão Irene, de categoria 1, foi elevado para três em sua passagem pela Carolina do Norte (EUA), informaram neste sábado (27) as autoridades locais.

Segundo indicou a emissora de televisão "NBC", uma pessoa morreu em um acidente de trânsito no condado de Pitt e outra perdeu a vida em consequência de um ataque cardíaco enquanto pregava tábuas para proteger sua casa da tempestade. Anteriormente, as autoridades haviam confirmado a morte de um homem na localidade de Nashville quando um galho de uma árvore de grande porte o atingiu.

O furacão se dirige agora rumo à costa do sul da Virgínia, após provocar inúmeras inundações na Carolina do Norte, causar danos em várias infraestruturas marítimas e deixar mais de 200 mil pessoas sem energia elétrica.

As previsões do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) indicam que o furacão se deslocará em direção ao norte ao longo da costa atlântica dos EUA, e afetará Washington nesta noite e Nova York neste domingo.



O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, reiterou neste sábado a ordem de remoção "obrigatória" das áreas da cidade abaixo do nível de água que afeta 370 mil pessoas, às que pediu abandonar "o mais rápido possível" e buscar proteção em casas de familiares e amigos ou em algum dos abrigos públicos.

Transporte


Nova York está desde o meio-dia sem transporte público, do qual dependem milhões de pessoas para mover-se na cidade, diante da iminente chegada do furacão Irene, o que obrigou a suspensão do serviço como medida preventiva do serviço de ônibus, metrô e trens até novo aviso.

"O que temos aqui é um furacão que deve chegar à cidade com ventos que podem superar os níveis seguros de operação de nossos serviços", indicou neste sábado o diretor da Autoridade Metropolitana do Transporte (MTA, na sigla em inglês), Jay Walder.

Os nova-iorquinos sabem bem o que significa ficar sem sua ampla rede de transporte público em uma cidade em que dois terços dos moradores não têm carro próprio. Ocorreu pela primeira vez após os atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001 e depois em 2005 durante uma greve de empregados da MTA.

Mas agora é a primeira vez que as autoridades suspendem o serviço por problemas meteorológicos em toda a rede de transportes, a maior do país, que inclui os trens que interligam Nova York a Long Island e o condado de Westchester, nos subúrbios da Grande Maçã, e os Estados de Nova Jersey e Connecticut.

Estima-se que em média 11 milhões de pessoas utilizam diariamente o sistema de transporte público, principalmente a rede de metrô, inaugurada em 1868 e que conta com 24 linhas e mais de 400 estações, pelas quais passam diariamente 5 milhões de nova-iorquinos.

Os responsáveis da MTA reforçaram o serviço nas horas anteriores à interrupção, que originou grandes aglomerações nas estações. A estimativa é que as estações fiquem fechadas até as 7h (8h de Brasília) de segunda-feira, se as condições meteorológicas permitirem.

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