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VAMOS CONTINUAR ORANDO E TRABALHANDO CONTRA ESSA ESCRESCÊNCIA , QUE É O TAL PL 122



PREZADOS IRMÃOS E AMIGOS,

VAMOS CONTINUAR ORANDO E TRABALHANDO CONTRA ESSA ESCRESCÊNCIA , QUE É O TAL PL 122. MAIS UMA VEZ, ELE FOI ADIADO, GRAÇAS À PRESSÃO LEGÍTIMA DAS LIDERANÇAS CRISTÃS. DEVEMOS FICAR ATENTOS. A SENADORA MARTA SUPLICY CEDEU, MAS NÃO DESISTIRÁ. ELA FOI ATÉ FLEXÍVEL, MAS OS LÍDERES GAYS QUEREM O PROJETO ORIGINAL QUE PREVÊ CADEIA PARA QUEM DISCORDAR DOS HOMOSSEXUAIS, MESMO POR MOTIVO DE CRENÇA OU FILOSOFÍCO. É A DITADURA HOMOSSEXUAL EM MARCHA. CONFIAMOS EM DEUS QUE AINDA HÁ ALGUMA SENSATEZ NESSE PAÍS. A SEGUIR UMA RESPOSTA MINHA,NO SITE JB.

"Está faltando serenidade e sensatez nesse debate. O grande problema é que a proposta do PL 122, de criminalizar a homofobia (o que é certo), criminaliza a liberdade de crença, de culto e de opinião, de uma tacada só. Desse jeito, não deve passar, mesmo.

Se esse projeto for aprovado, e um pastor evangélico ou um padre, usar um programa de rádio ou de TV, e disser que a prática homossexual é pecado grave diante de Deus, de acordo com a Bíblia, ele poderá ser preso, pois o projeto prevê prisão por quem discriminar por "razões filosóficas" os homossexuais. Ora, se alguém crer que a Bíblia é a palavra de Deus, deve ter o direito de expressar essa crença, em sua plenitude, desde que não atinja ninguém desrespeitosamente. A constituição garante liberdade de crença. 

Discordar, seja no templo, num jornal, na rádio, ou na TV, dos homossexuais é direito assegurado pela lei, pela Declaração Universal dos Direitos humanos. Mas os GLBT querem amordaçar os líderes religiosos. Para eles, "livre pensar é só pensar", como dizia Millor Fernandes. Pode expressar o pensamento, desde que não discorde dos gays. Isso é inadmissível. Existe a isonomia do direito. Se os homossexuais podem exibir cartazes blasfemos com críticas à Bíblia, ao papa, aos evangélicos, nas paradas gays, porque os pastores não podem usar um out-door com mensagem que condena o homossexualismo? Querem uma "ditadura gay", que criminaliza até o pensamento e a opinião? É quererem "direitos especiais", para "cidadãos especiais", que não podem ser criticados. A opinião dos evangélicos, com base na Bíblia, é contra a prática homossexual, e não contra esse ou aquele gay ou lésbica.

Concordo que os GLBT busquem seus direitos. São cidadãos, e merecem respeito. Mas que essa busca não implica em criminalizar outros segmentos por terem idéias diferentes. Não falam tanto em "respeito às diferenças"? Não há pessoas mais diferentes do que os cristãos sinceros.

ELINALDO RENOVATO DE LIMA - pastor

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